A
investigação do caso da Pousada Paraíso Perdido, em Jaguaripe, no baixo sul da
Bahia, ganhou mais um capítulo. O laudo do exame pericial apontou que o
empresário Leandro Troesch, dono do estabelecimento, cometeu suicídio dentro de
um dos quartos do hotel de luxo. A polícia civil emitiu o documento, assinado
no último dia 19 de janeiro, que comprova que a vítima atentou contra a própria
vida.
A Polícia
Civil informou que o inquérito policial foi concluído em maio de 2022, pelo
crime de homicídio, mas o Ministério Público (MP) havia requisitado novas
diligências, como por exemplo, a reprodução simulada, que já foi realizada. O
inquérito foi novamente remetido ao MP, desta vez com o laudo do Departamento
de Polícia Técnica, e agora o MP vai decidir se fará a denúncia ou procederá
com o arquivamento do processo.
A esposa
de Leandro, Shirley da Silva Figueredo, foi presa em maio de 2022 por suspeita
de envolvimento na morte do marido. À época, ela foi detida por descumprir as
medidas de prisão domiciliar. Shirley já havia sido condenada a nove anos de
detenção por participar de um crime de extorsão mediante sequestro e estava em
prisão domiciliar quando tentou fugir após a morte do empresário. A polícia
acreditava que Shirley tinha envolvimento no caso e chegou a afirmar que a
prisão dela iria ajudar a esclarecer as circunstâncias.
Amiga de Shirley, Maqueila Bastos teve a prisão temporária decretada no dia 14 de março, por suspeita de também ter envolvimento na morte de Leandro. Ela foi encontrada na cidade de Aracaju e transferida para Salvador no dia 11 de abril, mas foi solta 11 dias depois, porque a Justiça considerou falta de provas. Em depoimento, Maqueila chegou a revelar que teve um relacionamento amoroso com Shirley.
Fonte: Metro 1

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