Os efeitos da pandemia de Covid-19 ainda deve
gerar muito impacto no bolso do brasileiros. Para compensar as quedas de
demanda ocorridas nas concessionárias, o preço de tarifas de energia e de
pedágio deve aumentar.
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), por
exemplo, já autorizou reajustes em alguns aeroportos, como Porto Alegre e
Florianópolis
No setor elétrico, essa questão é equacionada por
meio de revisões extraordinárias das tarifas. Atualmente, segundo a Folha de
S.Paulo, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) discute a metodologia
para repassar às tarifas a queda de faturamento do setor em 2020.
Em um primeiro momento, as distribuidoras foram
socorridas por empréstimo conhecido como Conta-Covid, fechado em junho para
ajudar as empresas a pagar suas contas. Este empréstimo já está sendo pago na
conta de luz. Agora, o setor discute como equacionar a questão a longo prazo.
Além da perda de faturamento, alega que precisa incluir na conta o aumento da inadimplência e o gasto com a sobra de energia que ficou sem ter para quem vender. No fim de 2020, a Abradee (associação de distribuidoras de energia) calculava que o rombo girava em torno de R$ 5 bilhões. Mas o presidente da entidade, Marcos Madureira, diz que a conta tem que ser refeita para englobar os efeitos da segunda onda.
Fonte: Bahia.Ba

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